Conheça as regras da simplicidade de uso.
Apesar do dicionário definir simplicidade como “peculiaridade do que não é complexo”, com o passar do tempo, muitas personalidades importantes como Leonardo Da Vinci, George Bernard Shaw e Frederic Chopin, diziam entre outras citações, que a simplicidade é o último grau de sofisticação, difícil de se alcançar e tão trabalhosa que quando alcançada é definida como a conquista final. Ou seja, requer de toda equipe muito esforço e trabalho contínuo, para que a empresa ofereça o melhor, levando simplicidade de maneira absoluta.
Definimos então que a simplicidade e a complexidade necessitam uma da outra, nada se torna simples sem antes ter sido complexo, sendo o simples, consequência da experiência e conhecimento conquistados como o tempo.
Segundo as Leis da Simplicidade criada por John Maeda, existem diversas maneiras de tornar algo simples e usual, dentre as mais importantes estão:
Redução: Trata-se exatamente da questão de extrair o óbvio daquilo que é relevante;
Organização: Expor o essencial de maneira clara e objetiva, facilitando o uso do usuário e diferenciando dos outros produtos;
Tempo: O tempo é crucial, agilizar a utilização, tornando o processo mais rápido é a chave na simplicidade de uso;
Contexto: Por último citamos o contexto, pois é necessário sim reduzir, mas algumas coisas não podem ser esquecidas. Neste momento existe maior dificuldade em tornar algo simples sem perder as principais funcionalidades e as características de um produto ou do que se deseja simplificar.
Produtos com a usabilidade simplificada são também práticos e consequentemente mais velozes. Para unir praticidade e qualidade é necessária experiência, a fim de tornar simples um produto teoricamente robusto e aparentemente complexo. E isso requer conhecimento empírico do fornecedor.
Acreditamos que as aplicações devem ser intuitivas o suficiente para que os usuários requeiram níveis mínimos de treinamento, e que as aplicações possam ser acessíveis do dispositivo de preferência do usuário. Seja ele um desktop, notebook, tablet ou smartphone.
Relacionados


Confira a RFP da Techware para seleção de software
Elaboração de RFP (Request for Proposal) para seleção de software Sabemos que o processo de seleção de software pode não ser uma tarefa simples, seja para qual for a área da empresa. Sobretudo em se tratando de um software considerado...
Leia mais

Calcule o turnover para avaliar o RH da sua empresa
Provavelmente você já deve ter ouvido falar em turnover, mas você sabe realmente o que define esse conceito, como calculá-lo e quais impactos o alto ou o baixo turnover pode causar ao negócio? Caso ainda tenha dúvidas, preparamos este artigo...
Leia mais

Conheça os diferenciais do Rhevolution no trabalho remoto
Quando falamos em trabalho remoto, não consideramos somente o fato de os colaboradores trabalharem de qualquer lugar, estamos falando da possibilidade de se adequarem da melhor forma para atender às demandas do dia a dia. Entretanto, sabemos que implementar um...
Leia mais

Desafios para o gestor de pessoas em 2020
Você, gestor de Recursos Humanos, já se preparou para os desafios que o este ano reserva? Em um mercado cada vez mais competitivo, com mudanças constantes, o bom líder precisa se reinventar. Como manter sua equipe motivada e engajada para...
Leia mais

Troque seu sistema de folha de pagamento em 2022
A folha de pagamento desempenha uma função importantíssima para a Gestão de Pessoas e também para a empresa como um todo. Independente de ser uma responsabilidade do DP ou do RH, a depender da organização de cada negócio, a folha...
Leia mais

Banco de Horas x Horas Extras: entenda a aplicação dessas políticas e os diferentes impactos na gestão de seus colaboradores
Sabemos que a CLT determina que o trabalhador atue, no máximo, por 8 horas diárias ou 44 horas semanais. Porém, em alguns casos, esses horários podem ser extrapolados, desde que não haja prejuízos à saúde do colaborador, respeitando o limite...
Leia mais