Design de software e a aplicação da filosofia.
“O prazer estético deve ser um prazer inteligente” – José Ortega y Gasset
O termo design de software, de acordo com a Engenharia de software, compreende a concepção, especificação e prototipação do modelo conceitual, interface do usuário, arquitetura do software e os algoritmos e estruturas de dados que implementam estes componentes.
Será que esse conceito é suficiente para a abrangência que a palavra design pretende transmitir? Quando falamos em design, de uma forma geral, precisamos pensar na área do conhecimento que atenda a demanda de novas ideias que sejam práticas, originais e impressionantes.
Neste ponto do raciocínio, os engenheiros de software devem estar ansiosos por saber que outras técnicas devem ser estudadas para que o software tenha a generalização acima mencionada. Impressionante? Como assim?
A resposta é bastante simples mas, poderá parecer ao mesmo tempo catastrófica para os profissionais de formação na área de exatas. Está preparado? Aí vai: Precisamos compreender o design do ponto de vista filosófico ou, mais precisamente, verificar como o design funciona em cada ação rotineira, do dia-a- dia.
Antes de rejeitar a abordagem filosófica, saiba que não é correto associar a filosofia com a noção de complexidade e abstracionismo, ao contrário: a filosofia retorna aos básicos fundamentais de um assunto, o que nos leva a concluir que a filosofia no design esforça-se para examinar o projeto em seu estado mais puro, sem noções preconcebidas ou subjetividades.
A filosofia, etimologicamente falando, pode ser definida como a amizade pela sabedoria ou amor e respeito pelo saber. A filosofia é concebida como a arte de viver, que fornece aos homens regras e prescrições sobre como agir e como se portar diante das inconstâncias do mundo. A filosofia procura entender a realidade em todos os seus aspectos.
A filosofia aplicada ao design de software orienta que o projeto deve considerar a que se destina o software e, principalmente, a quem se destina, qual é o público alvo, quais são seus interesses, qual a sua realidade e seus anseios. Praticar os princípios filosóficos, principalmente aqueles relacionados à experiência estética, é uma forma de garantir que o conceito de design seja o mais adequado aos padrões e expectativas do mercado: prático, aplicável, amigável e atraente.
Atravesse barreiras que o mantiveram preso. Experimente a geração de ideias e a prototipagem rápida. Explore as dimensões estratégicas do pensamento de design e aprenda ferramentas práticas e técnicas que integrem a imaginação, a arte e a intuição do cérebro direito com lógica, análise e planejamento do lado esquerdo do cérebro.
Seja um filósofo no design de software, inspirando-se em Friedrich Nietzsche: “Um filósofo é um homem que experimenta, vê, ouve, suspeita, espera e sonha constantemente coisas extraordinárias”.
Almeje a reação “UAU”: aquela reação do público sobre os produtos mais desejados.
Mariângela Ramos Fragão da Silva, PMP – Gerente de Suporte e Relacionamento & Arquitetura de Soluções
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