A saúde do colaborador como parte da estratégia das empresas que querem resultados
Por muito tempo, saúde e bem-estar no mundo corporativo estava associado às condições físicas do colaborador. Com os crescentes debates e cada vez mais conhecimento disponível acerca do assunto, as empresas passaram a olhar com mais atenção para a saúde integral dos profissionais, considerando o mental, o psicológico e o físico – e, principalmente, as condições crônicas associadas a estilos de vida nada saudáveis.
O excesso de estresse, as refeições rápidas demais, as 10 canecas diárias de café. São vários os hábitos que passaram a designar um alerta vermelho.
De acordo com matéria publicada na ABRH Brasil, os custos totais de benefícios médicos fornecidos pelo empregador devem aumentar 12% em 2022 no Brasil. Esse dado tem o respaldo da edição mais recente do Global Medical Trends, que confirma ainda a crescente prevalência de fatores de risco de hábitos como má nutrição e sedentarismo entre brasileiros e latino-americanos.
Antes mesmo da pandemia do coronavírus (COVID-19), o bem-estar dos colaboradores já vinha se tornado um alerta para as empresas. É sabido que hábitos saudáveis e um ambiente confortável (seja presencial ou remoto) tornam o colaborador mais produtivo, e não um estilo de vida que idealiza o workaholic.
Ainda sobre a matéria da ABRH, é possível mensurar o desempenho do bem-estar de um colaborador ao reunir métricas como satisfação dos usuários, valor das ações, taxas de retenção e absenteísmo. Manter os colaboradores conectados, pessoalmente e por meio da tecnologia, ajuda a promover relacionamentos e o bem-estar social.
Conforme dados de uma Pesquisa Global de Bem-Estar da Aon, publicados na ABRH, uma melhoria de 3% no desempenho do bem-estar dos colaboradores é capaz de resultar em um aumento de 1% na satisfação e retenção do cliente, enquanto uma melhoria de 4% no bem-estar pode produzir um aumento de 1% nos lucros da empresa. A pesquisa foi realizada com mais de 1,6 mil empresas em 41 países. Embora modestos, os números indicam a conexão entre bem-estar e desempenho.
Saúde e bem-estar não possuem abordagens únicas, por isso se recomenda que as empresas observem os quatro fatores do bem-estar de um indivíduo: físico, financeiro, mental e emocional.
A mesma pesquisa da Aon apontou que na pandemia, diversas empresas brasileiras desenvolveram práticas e proporcionaram benefícios em um ou mais desses quatro aspectos. Das 800 empresas consultadas, 47% delas implementaram e manterão os programas e ações de saúde, qualidade de vida e bem-estar. Para auxiliar nesta estratégia, os recursos mais utilizados foram a telemedicina (57,4%), programas de saúde mental (43,5%), palestras com psicólogos (30,8%), ações de ergonomia (28,8%) e aplicativos de saúde e bem-estar (26%). Como mencionamos antes, muitas empresas já tinham algumas ações neste aspecto antes da pandemia, então intensificaram elas no período. Em compensação, 21,7% sequer tinham iniciativas de saúde e bem-estar, mas nos últimos dois anos se viram obrigadas a implementá-las.


Os resultados de uma empresa estão vinculados à produtividade de seus colaboradores. Ser produtivo não depende apenas de conhecimento e um bom currículo. Quando o funcionário se sente amparado pela empresa, ele naturalmente vai trabalhar mais por ela, e associar o seu crescimento pessoal a sua passagem por determinada companhia.
A gestão do capital humano de uma empresa é um dos ativos mais valiosos de uma empresa. O RH Humanizado tem sido uma pauta frequente no mundo corporativo, e já é parte dos valores que encabeçam a evolução das relações entre empresas e colaboradores nos próximos anos.
O Rhevolution, sistema de RH e Folha de Pagamento da Techware, apresenta diversas funcionalidades para que os setores de RH e DP de uma organização monitorem a estabilidade de seus funcionários, buscando sempre o crescimento dos profissionais. Com a ferramenta adequada, este gerenciamento de pessoas com um olhar mais atencioso também pode ser uma realidade em sua empresa.
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